Sr. Rei,
Esta "geração coca-cola" que vos fala,
Luta por uma "ideologia" que não pode ser compreendida por "mais um tijolo no muro".
"Afasta esse cálice" de sua bebida de "carvão, enxofre e salitre",
"Mas pra não dizer que não falei das flores",
"Aquele abraço" pra quem pensou na gente,
"O sistema é mal",
Eu sobrevivo.
Mas que tal "Mostrar sua cara",
Pois não precisamos de "controle de pensamento".
"Meus heróis morreram de overdose",
Mas antes o delírio,
Pois é preferível "viver a pátria livre, ou morrer pelo Brasil! "
terça-feira, 18 de junho de 2013
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Christine - #48
As bochechas,
Os lábios rosados e o beijo que durava pra sempre...
No sol da tarde sob uma arvore,
Aconteceu.
Ah donzela,
Queria que o tempo parasse e o toque daqueles lábios fosse eterno...
Os olhares da varanda que privavam os movimentos não foram suficientes para que o fato não se consumasse...
Ah donzela,
Quero provar novamente de seu néctar...
Os lábios rosados e o beijo que durava pra sempre...
No sol da tarde sob uma arvore,
Aconteceu.
Ah donzela,
Queria que o tempo parasse e o toque daqueles lábios fosse eterno...
Os olhares da varanda que privavam os movimentos não foram suficientes para que o fato não se consumasse...
Ah donzela,
Quero provar novamente de seu néctar...
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Perdurabo - #47
Perdurabo,
Romperas com o juramento.
Ah mestre,
Que vida fascinante...
Que magia pura era praticada na essência da mente e da alma...
Que sonhos puros tinha Perdurabo...
Ah o poder do Deus interior...
Macário esquecera de dizer,
Que também na falta de vinho,
Havia a magia...
Perdurabo,
Agora senhor das noites,
Que eu habito como ermitão,
Que sangra o pó do tempo e respira o fogo das estrelas.
Mestre,
Que habita as mentes que seguem a lei...
Mestre,
Que retira culpa e dor,
Simbolo de magia e amor...
Romperas com o juramento.
Ah mestre,
Que vida fascinante...
Que magia pura era praticada na essência da mente e da alma...
Que sonhos puros tinha Perdurabo...
Ah o poder do Deus interior...
Macário esquecera de dizer,
Que também na falta de vinho,
Havia a magia...
Perdurabo,
Agora senhor das noites,
Que eu habito como ermitão,
Que sangra o pó do tempo e respira o fogo das estrelas.
Mestre,
Que habita as mentes que seguem a lei...
Mestre,
Que retira culpa e dor,
Simbolo de magia e amor...
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Bruxa - #46
Na floresta,
Envolta no breu da madrugada,
A bruxa vinha,
Em suas mão gélidas,
Eu camponês adormeci.
Tinha as palavras do feitiço,
Conjurava seus poderes,
Eu camponês fiquei cego.
Ah bruxa traidora,
Me dê o veneno,
Vamos dançar no escuro até que me mate,
Eu verei tua face,
Tu retiras o veneno de meus lábios.
Ah bruxa,
Queria tê-la,
Mas minha alma sabe que prefiro as ninfas do bosque á ti,
Sei também que já tens mago,
E prefiro mentir,
Para que eu desperdice o néctar em troca de sua diversão...
Envolta no breu da madrugada,
A bruxa vinha,
Em suas mão gélidas,
Eu camponês adormeci.
Tinha as palavras do feitiço,
Conjurava seus poderes,
Eu camponês fiquei cego.
Ah bruxa traidora,
Me dê o veneno,
Vamos dançar no escuro até que me mate,
Eu verei tua face,
Tu retiras o veneno de meus lábios.
Ah bruxa,
Queria tê-la,
Mas minha alma sabe que prefiro as ninfas do bosque á ti,
Sei também que já tens mago,
E prefiro mentir,
Para que eu desperdice o néctar em troca de sua diversão...
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