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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

News - 600 Visualizações!!!

IUHUUU!!!!

625 visualizações! Brigado povo pelo prestigio indiquem pra todo mundo!  Abraços...


quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Conflito - #19

O relógio tiquetaqueava,
A chuva despencava,
A donzela fora enganada,
O desespero que não me rendia nada,
A solidão...

A visão vazia que em verdade,
Na noite,
Me assustava,
O sonho em que o travesseiro era duro demais,
O cobertor era curto,
E meu sono não existia...

Me rendia ao frio,
E junto ao medo eu chorava e rolava
Mas não tinha fim...

O sofrimento dos gênios de outrora,
Uma guerra comigo mesmo,
Que me rendia jogado a fonte,
Como retinas retalhadas e iris invisíveis...


quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Identidade - #18

Tudo está tão frio,
E eu me perco na noite.

Estou afoito,
Estou desesperado,
Tenho olhares vazios olhando pra mim.

Quero correr,
Quero me salvar,
Meu Deus,
Onde estás?
Fui abandonado?

Nas chão eu cai,
E por 23 vezes eu chorei...

O desespero corre em minhas veias,
Universos paralelos abrem-se,
Como buracos negros,
Me tornando nada alem de memórias,
Esquecidas no coração de quem esqueceu de si mesmo.

Não me lembro de minha infância,
Não me lembro de minha mãe...
Eu tive uma?

Meus companheiros caíram um a um ao meu lado,
Meu umbigo está fechado,
De onde eu vim?

Sou algo artificial,
Feito de carne,
Osso,
E memorias falsas.

Sou algo apagado,
Esquecido,
Que fora criado pelas mão de alguém.

Quem sou eu?


domingo, 19 de agosto de 2012

A Poesia - #17

Minha poesia,
Ó minha poesia!

Querem regrar a poesia,
E eu vivo de poesia!

Brado,
Enfureço!

Ó poesia minha,
Faço dela o que quiser!

Minhas palavras o ofendem?
Estão fora de sua época?

Evolua,
Engula,
O faça enquanto recua,
Pois minha pistola dispara uma palavra nua e crua:
Poesia!

Escutem,
Vivamos de poesia,
Choremos com poesia,
Amemos a poesia!

Me amarram,
Me torturam,
Pra que?

Minhas palavras cantam o Carpe Noctem,
Cantam o Carpe Diem,
Cantam o amor,
Cantam o ódio,
Cantam a você e a mim,
Cantam as controvérsias da vida,
Cantam a historia,
Glorificam a linguagem...

Libertem a poesia,
Libertem minha poesia,
Libertem minha arte,
Libertem meu pão!

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Rio - #16

Quando eu vou ao rio,
A água lava meus pés.

Quando eu vou ao rio,
A água purifica meus pecados.

E tempera com seu ardor,
Os corações vazios dos navegantes.

As crianças correm no rio,
Morrem no rio,
Nascem no rio,
Bom e velho rio.

Levo um pouco das pedras pra casa,
E coloco num pote de vidro.

Venero as pedras,
Observo as pedras,
Me recordo do rio.

Eu puxo meu navio,
Nas águas de Njord,
Meus pecados,
Meus tesouros,
Minha alma perdida...

Tudo que quero do rio,
Tudo que quero do mundo,
É que quando este corpo falhar,
Minha alma não aguentar,
O rio eu possa observar...






Quem é Njord? Be smart, google it!